Democracia


A democracia baseia-se nos princípios do governo da maioria associados aos direitos individuais e das minorias. Todas as democracias, embora respeitem a vontade da maioria, protegem escrupulosamente os direitos fundamentais dos indivíduos e das minorias.
A democracia sujeita os governos ao Estado de Direito e assegura que todos os cidadãos. As eleições numa democracia não podem ser fachadas atrás das quais se escondem ditaduras ou um partido único, mas verdadeiras competições pelo o apoio do povo.
Os cidadãos numa democracia não têm apenas direitos, tem o dever de participar no sistema político que, por seu lado, protege os seus direitos e as suas liberdades.
As democracias reconhecem que chegar a um consenso requer compromisso e que isto nem sempre é realizável. Nas palavras de Mhatma Gandhi, “a intolerância é em si uma forma de violência e um obstáculo ao desenvolvimento do verdadeiro espírito democrático”.
O Brasil segue o sistema de democracia representativa. O voto é obrigatório, os cidadãos que estão na faixa etária entre 18 e 65 anos.
Com 16 ou 17 anos, o jovem já pode votar porem nesta faixa etária o voto é facultativo, assim como para os idosos que possuem mais de 65 anos.
A Política


Política, não é os Presidentes nem os governadores no poder, eles apenas a praticam, não se tem uma definição específica. Sabe-se apenas que vivemos nela e não podemos fugir disso. Então é errado dizer “Não gosto de política” por que ela é seu salário mínimo, o pagamento de impostos, a sua carteira assinada.
O que a política pretende alcançar pela ação dos políticos, em cada situação, são as prioridades do grupo (ou classe, ou segmento nele dominante): nas convulsões sociais, será a unidade do Estado; em tempos de estabilidade interna e externa, será o bem-estar, a prosperidade; em tempos de opressão, a liberdade, direitos civis e políticos; em tempos de dependência, a independência nacional. A política não tem fins constantes ou um fim que compreenda a todos ou possa ser considerado verdadeiro: "os fins da Política são tantos quantas são as metas que um grupo organizado se propõe, de acordo com os tempos e circunstâncias". A política se liga ao meio e não sobre o fim, corresponde à opinião rorrente dos teóricos do Estado, que excluem o fim dos seus elementos constitutivos. Para Max Weber: "Não é possível definir um grupo político, nem tampouco o Estado, indicando o alvo da sua ação de grupo. Não há nenhum escopo que os grupos políticos não se hajam alguma vez proposto (...) Só se pode, portanto, definir o caráter político de um grupo social pelo meio(…) que não lhe é certamente exclusivo, mas é, em todo o caso, específico e indispensável à sua essência: o uso da força". Portanto, o fim essencial da política é a aquisição do monopólio da força.